Produtos contrabandeados eram vendidos pelas redes sociais e armazenados em residências sem controle sanitário. PF aponta risco grave à saúde pública após descoberta de rede clandestina de “canetas emagrecedoras” em Teresina.
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (12), a operação “Falso Clique”, para desarticular uma rede clandestina de comercialização de medicamentos emagrecedores contrabandeados em Teresina.

Segundo a PF, os produtos injetáveis eram vendidos abertamente por meio das redes sociais e armazenados de forma irregular em residências particulares, sem qualquer controle sanitário ou garantia adequada de refrigeração. ⚠️
Durante a operação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados, todos expedidos pela 3ª Vara Federal de Teresina.
As investigações apontam que os medicamentos comercializados não possuíam registro ou autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), além de terem sido importados ilegalmente para o Brasil.
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De acordo com a Polícia Federal, os produtos eram ofertados de forma contínua através de plataformas digitais, atraindo consumidores interessados em emagrecimento rápido, sem qualquer segurança sobre procedência, armazenamento ou composição dos medicamentos.


Durante o cumprimento dos mandados, os policiais localizaram diversos produtos contrabandeados sem comprovação de origem lícita ou regularidade sanitária. Diante da situação de flagrante, os materiais foram apreendidos e um dos responsáveis conduzido para procedimentos de polícia judiciária.
🧾 Os investigados poderão responder por crimes de:
- Contrabando;
- Falsificação e adulteração de produtos medicinais;
- Infrações contra a saúde pública;
- Lavagem de dinheiro, em um dos casos investigados.
A Polícia Federal destacou que o armazenamento inadequado de medicamentos injetáveis pode comprometer completamente sua eficácia e representar sérios riscos à saúde dos consumidores.

👀 O avanço da venda clandestina de “canetas emagrecedoras” nas redes sociais vem preocupando autoridades sanitárias em todo o país, principalmente diante da popularização desses produtos e da busca crescente por emagrecimento rápido.
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Da Redação do Tribuna de Parnaíba
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