Mesmo reconhecido por familiares, corpo foi enviado para exames de DNA em Teresina devido ao estado de decomposição. Além de todo o sofrimento, a família ainda poderá ter de arcar com o traslado do corpo de volta a Parnaíba
O caso que comoveu moradores de Parnaíba e mobilizou uma grande corrente de solidariedade nas redes sociais ganhou um novo e doloroso capítulo.
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O corpo que pode ser do jovem Will Deybson Oliveira Torres, de apenas 20 anos, encontrado nas águas do rio Igaraçu, ainda não foi liberado para a família e foi encaminhado nesta quinta-feira (12) para exames de DNA em Teresina.
Mesmo após o reconhecimento preliminar feito por um membro da família no posto avançado do Instituto de Medicina Legal em Parnaíba, o médico legista responsável decidiu que apenas o exame genético poderá confirmar oficialmente a identidade da vítima, devido ao avançado estado de decomposição.
⚠️ Com isso, o corpo foi encaminhado para a capital e o prazo para conclusão do exame e liberação pode chegar a até 30 dias, aumentando ainda mais a angústia da família.

📍 Corpo foi encontrado após alerta de pescador
O cadáver foi visto inicialmente por um pescador na tarde da última quarta-feira (11), boiando no rio Igaraçu, em Parnaíba. O homem acionou a Polícia Militar do Piauí, que enviou equipes ao local.
Segundo o Major Galeno, comandante do 27º Batalhão da PM, os policiais foram até o ponto indicado, mas inicialmente não encontraram o corpo.
“Uma equipe identificou e localizou o pescador e o levou até o local, mas o corpo já não se encontrava mais onde foi visto. Então eles passaram a procurar e encontraram o corpo um pouco acima do primeiro local onde foi visto, preso às raízes”, relatou o major, relatou.
O resgate foi realizado na manhã de quinta-feira (12) pelo Corpo de Bombeiros Militar do Piauí, próximo à foz do rio, já no município de Luís Correia.
🚨 Falta de estrutura no IML agrava situação
Nos bastidores do caso, outro problema grave veio à tona: a precariedade da estrutura do posto avançado do IML em Parnaíba.
Segundo informações apuradas, equipamentos essenciais estão fora de funcionamento, como a geladeira utilizada para conservação de corpos. Além disso, veículos utilizados para deslocamento de equipes também estariam quebrados.

Essa falta de estrutura pode comprometer diretamente o atendimento à população, principalmente em casos envolvendo corpos em estado de decomposição mais avançado, quando a rapidez na perícia e na liberação é fundamental.
⚠️ Especialistas alertam que situações como essa podem atrasar investigações, dificultar identificações e prolongar o sofrimento das famílias que aguardam respostas.
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💔 Família aguarda respostas
Enquanto os exames não são concluídos em Teresina, familiares e amigos de Will Deybson permanecem na expectativa de uma confirmação oficial e da liberação do corpo para velório e sepultamento.
O caso segue cercado de comoção em Parnaíba e deve levantar novos questionamentos sobre a estrutura do sistema de perícia criminal no litoral do Piauí.
💰 Família poderá ter de arcar com o traslado do corpo de volta a Parnaíba
De acordo com uma fonte ouvida pela reportagem do Tribuna de Parnaíba, após a realização do exames e liberação do corpo no IML da capital, o retorno a Parnaíba deverá ser custeado pelos familiares da vítima.
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Da Redação do Tribuna de Parnaíba
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